domingo, 24 de maio de 2015

Superando a cultura do conforto / Overcoming the comfort culture / La superación de la cultura de comodidad

Sigam fielmente os termos desta aliança, para que vocês prosperem em tudo o que fizerem.” Deuteronômio 29.9. 
Certa vez, o famoso bispo episcopal de Massachusetts Phillips Brooks, no século XIX, afirmou: “Triste será o homem que algum dia se tornar uma pessoa absolutamente satisfeita com a vida que leva, com os pensamentos que passam por sua cabeça e com as coisas que faz. Até que esse dia chegue, um desejo sempre baterá à porta do seu coração: o desejo de fazer algo maior por saber que foi feito para isso.”
Vivemos um tempo dominado pela preocupação com o conforto, com a comodidade, com o lazer e com o entretenimento. Todos os recursos tecnológicos de que dispomos visam proporcionar um estilo de vida sem esforço, que não exija de nós operações complexas e que resulte em mais ociosidade. Tudo se realiza de forma automática e instantânea sem muito espaço para a reflexão e o pensamento.
Sinais de uma cultura do conforto:
a)        Restaurante fast food e self-service.
b)        Cartão de Crédito.
c)        Tecnologia touch screen.
d)        Condomínios com “lazer completo”.
e)        Indústria do entretenimento.
Se você quiser, de fato, experimentar o sucesso, isso vai requerer muito esforço. Uma vida bem-sucedida não acontece sem que necessite de muita renúncia, dedicação e habilidades. Como bem lembrou o estadista norte-americano Benjamin Franklin, “não há conquista sem sacrifício”.
É preciso afirmar um princípio para que apliquemos mais esforço em nossos empreendimentos e atitudes: o de que a comodidade e a conformidade produzem a mediocridade. Isso quer dizer que o que faz diferença nas nossas conquistas é a quantidade de tempo e de esforço que aplicamos em sua busca. Isso não tem nem tanto a ver com suas competências e qualidades, embora sejam muito importantes, mas com o seu caráter e interesse. Lembre-se sempre dessa frase: “Deus não procura melhores métodos, ele quer homens melhores” (M. Bounds).
O sucesso, portanto, tem mais a ver com a maneira como caminhamos do que com o lugar ou a posição que almejamos. O sucesso está mais relacionado com uma vida bem-sucedida do que com uma conquista. Precisamos, então, corrigir alguns conceitos equivocados que normalmente empregamos quando a realização pessoal está em questão.
Alguns mal-entendidos a serem superados sobre o sucesso:
Sucesso não proporciona felicidade, mas pessoas felizes são mais bem-sucedidas.
- Sucesso não é o oposto de fracasso, mas nossos fracassos nos ensinam a ser bem-sucedidos nas tentativas futuras.
- A pessoa bem-sucedida não é, necessariamente, aquela que tem mais títulos ou bens, mas aquela que se torna aquilo para o qual Deus a criou.
- Pessoas de sucesso não são as mais determinadas ou focadas, mas as que se esforçam por viver de acordo com os propósitos de Deus.
- O sucesso não vem conforme as oportunidades, mas é resultado de esforço e perseverança.
- O sucesso não está relacionado à sua carreira, mas ao seu caráter.
- O sucesso não é medido pelas relações de consumo, mas pela maneira como você se relaciona com Deus e com o outro.
- Sucesso não é sinônimo de prosperidade, mas de fidelidade e de confiança em Deus.
- O sucesso não é medido pela sua reputação, mas por sua integridade.

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