domingo, 26 de julho de 2015

Gerencie sua reputação / Reputation Management / Gestión de la Reputación

A boa reputação vale mais que grandes riquezas; desfrutar de boa estima vale mais que prata e ouro. Provérbios 22.1 
Todos nós temos a convicção de que podemos ser melhores, só não sabemos como. Pergunte a você mesmo: como eu consigo ser melhor?
Isso tem a ver com a sua reputação.
Em tempos de redes sociais, tem muita gente preocupada com quantos amigos possui ou quantos seguidores conseguiu atrair. Para isso, elaboram perfis que promovem a autoexposição, reproduzem textos e imagens que julgam interessantes sem mesmo reconhecer a fonte, fazem comentários ou simplesmente curtem coisas sem qualquer reflexão.
O que as redes sociais trouxeram para o nosso cotidiano foi uma preocupação exagerada com sua reputação. E vira uma febre saber o que andam comentando no Facebook ou Twitter, quantas curtidas ou retuítes o seu último post teve, quem andou falando pelo Whatsapp.
Tudo isso pode ser muito legal. Eu mesmo faço uso das redes sociais para me manter conectado com o mundo. O problema é quando você utiliza essas ações para avaliar sua reputação.
A Bíblia também traz uma preocupação com isso. Ela diz que a boa reputação é aquela que vem de Deus e não das pessoas. Para a Bíblia, é mais importante você ter uma boa reputação com Deus do que com os homens. Por isso, ela recomenda: “Que o amor e a fidelidade jamais o abandonem [...] Então você terá o favor de Deus e dos homens, e boa reputação.” Provérbios 3.3-4.
Para que você tenha uma boa reputação com Deus, basta cuidar das atitudes relacionadas ao amor e à fidelidade. O problema é que você não consegue cuidar dessas atitudes sem envolver-se por inteiro e sem colocar em jogo toda a sua condição de pessoa. Pessoas com boa reputação diante de Deus são amáveis e dignas de confiança.
Se você quiser realmente desenvolver atitudes sinceras de amor e tornar-se uma pessoa confiável, para ter uma boa reputação reconhecida por quem vive ao seu redor, você precisa ser alguém íntegro e que cuida bem do seu caráter.
A reputação é um mecanismo de controle social. Ela afeta as nossas relações interpessoais, nossa conduta na sociedade, nossa posição econômica e até as relações políticas, influencia tanto nas ações cotidianas quanto nas expectativas para o futuro, envolve a relação entre pessoas, grupos, organizações e inclusive nações. Uma ação contra a reputação é uma agressão à honra.
Epicuro afirmou que “os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades”. A maneira como você enfrenta as circunstâncias difíceis fala muito sobre quem você é. Infelizmente, só nos damos conta de como está a nossa reputação quando acontece uma crise que envolve a nossa imagem. Isso exige um determinado esforço para gerenciar sua própria reputação.
A gestão de reputação é um campo que trata da natureza das organizações e a maneira como elas enfrentam as situações de competição que pode ser aplicado à vida pessoal. A reputação estabelece um confronto entre a imagem que a pessoa ou organização apresenta de si e a credibilidade que suas ações passam para os outros.
Padre Antonio Vieira constatou que “muitos cuidam da reputação, não da consciência.” Gerenciar sua reputação não é o mesmo que apagar incêndios ou lutar para manter uma boa aparência. Tem mais a ver com suas experiências de vida, com suas ações e com a maneira como você influencia os outros. Isso é o que gera respeito, admiração e confiança.
A boa reputação é o bem mais valioso que uma pessoa pode ter. Ganhar a confiança das pessoas é um fator de sucesso. Por essa razão, não basta sair bem na foto. É preciso ser íntegro e ter um bom caráter. Qualquer tentativa de maquiar sua imagem pode ser desmascarada mais cedo ou mais tarde.

domingo, 19 de julho de 2015

Regras básicas para empregar bem seu dinheiro / Basic rules for use your money / Reglas básicas para el uso de su dinero

“Então lhes disse: ‘Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens’.” Lucas 12.15 
Muitas pessoas afirmam que dinheiro não é problema, mas solução. Ou, como dizia um grande amigo, se o dinheiro não lhe traz felicidade, dê para mim todo o seu dinheiro e seja feliz. Não é bem assim. Brincadeiras à parte, estes comentários que vêm do senso comum envolvem o modo como as pessoas enfrentam dificuldades em empregar bem o dinheiro que possuem.
Não basta ter dinheiro na mão. É preciso fazer bom uso dele. O dinheiro sozinho não resolve todos os problemas. Certa vez, o maior evangelista de todos os tempos, Billy Graham, afirmou: “Se a pessoa mantém uma atitude correta diante do dinheiro, isso contribuirá para colocar em ordem praticamente todas as demais áreas de sua vida.”
Planeje o uso do dinheiro levando em consideração:
a) O que você ganha e o que você gasta.
b) O que você tem e o que você deve.
c) O que você precisa de imediato e o que você pode conquistar com mais tempo.
Coloque isso numa planilha. Quanto mais claro e objetivo for o seu planejamento, mais chances você tem de administrá-lo bem.
Quando você recebe o seu salário mensal ou algum recurso novo, qual é a sua principal atitude? Cuidar bem do seu dinheiro faz toda a diferença entre sonhar e concretizar sonhos para a sua vida e para a sua família. Quando você administra bem o seu dinheiro, isso orienta os rumos de sua vida. Por exemplo, quando você gasta muito em um fim de semana, isso pode exigir uma contenção de gastos durante a semana seguinte. O mesmo vale para uma transação maior: se você quiser comprar um bem mais valioso, necessita de um planejamento mais rigoroso de suas economias.
Qual sua maior motivação para comprar? Veja algumas atitudes comuns em relação ao consumo:
a)      Projeção – Você compra porque está na moda, porque todo mundo tem e você não quer ficar de fora.
b)      Inflação – Você compra porque quer mostrar aos outros que pode e tem condições de adquirir.
c)      Equilíbrio – Você compra porque simplesmente precisa daquele bem.
Alguém certa vez afirmou: “Status é comprar coisas que não precisa com dinheiro que não tem para impressionar a quem não gosta” (Autor desconhecido).
Uma das falhas mais corriqueiras na administração do dinheiro é reduzir essa preocupação somente a uma redução de gastos. Um bom planejamento financeiro envolve tanto a economia dos recursos de que dispõe como também a conquista de novas fontes de rendimento.
No que diz respeito aos seus gastos, adote estes cinco passos para reduzir suas dívidas:
a)      Pare de contrair dívida.
b)      Limite seus gastos.
c)      Planeje para o futuro.
d)      Não espere por milagres instantâneos.
e)      Procure ajuda profissional.
No que diz respeito às suas receitas, adote estes três passos para aumentar sua capacidade financeira:
a)      Invista o seu dinheiro e gaste o que sobra – A fórmula não é poupar o que sobra, mas poupar primeiro e gastar o que sobra.
b)      Aperfeiçoe-se em ganhar dinheiro – Para ser um bom administrador de suas finanças, você primeiro precisa ter o que administrar.
c)      Decida viver modestamente – Menos é mais.
Por fim, é preciso dar ênfase à seguinte afirmação: tenha uma mentalidade credora, e não devedora! Isso quer dizer que, ao adquirir seus bens e empregar bem o seu dinheiro, você precisa investir mais energia em aumentar a sua capacidade financeira do que acumular dívidas, prestações e compromissos financeiros.
Um dos conselhos mais sábios foi dado pelo pregador avivalista inglês do século XVIII John Wesley: “Ganhe todo o dinheiro que puder, economize todo o dinheiro que puder, doe todo o dinheiro que puder.”

segunda-feira, 13 de julho de 2015

O valor das circunstâncias difíceis / The value of difficult circumstances / El valor de las circunstancias difíciles

Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos céus é tomado à força, e os que usam de força se apoderam dele.” Mateus 11.12 
Quando Jesus chamou seus primeiros discípulos para segui-lo não disse que seria uma tarefa fácil. Antes, advertiu-os de que isso implicava uma renúncia. E em vários momentos enfatizou que era necessário empreender algum esforço para viver de acordo com seus ensinos.
No primeiro discurso de orientação, que foi o Sermão do Monte, Jesus deixou princípios e orientações que exigiam um esforço tremendo de seus seguidores. Ele esperava que os primeiros discípulos assumissem uma postura diferente daquela adotada pelo costume de seu tempo. Em várias circunstâncias, Jesus lembrou-lhes que seriam incompreendidos, rejeitados e até insultados porque o seguiam.
Alguns desistiram logo no início; outros o seguiam, mas mantendo uma certa distância; a grande maioria, porém, preferiu permanecer indiferente à mensagem de Jesus ou o rejeitou de forma deliberada. Também, quem iria assumir o risco de seguir a um mestre de vida que exige uma mudança tão radical em termos de valores e princípios?
Jesus ilustrou que a maneira como enviava seus discípulos a cumprirem sua tarefa no mundo era como quem enviava ovelhas no meio de lobos. Apesar dos muitos problemas que a missão cristã envolve, há uma promessa. Jesus disse: Todos odiarão vocês por minha causa, mas aquele que perseverar até o fim será salvo.” Mateus 10.22. Isso não quer dizer que a salvação virá porque você foi perseguido, mas que ser salvo implica perseverar até o fim apesar de todos os problemas que possam surgir ao longo do caminho, mantendo-se como exemplo de alguém que segue a Jesus.
Os cristãos sempre estiveram sujeitos a toda sorte de perseguição, seja por motivos ideológicos, por interesses políticos e até por puro preconceito. A história do cristianismo é marcada pela vida de pessoas que foram tentadas a escolher entre o poder e o amor, entre o controle e a obediência, entre o palco e a cruz, entre a autoridade e o seguimento. Aqueles que venceram essas tentações são os que fizeram a diferença e optaram pelo modo mais difícil de viver a fé, que é o único modo de ser cristão de fato.
Precisamos concordar com o pensamento socrático de que “uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida.” Entretanto, esse desafio tem custado muito caro para a vida de muitas pessoas e comunidades inteiras. Seguramente, cerca de um quarto de toda a população cristã no mundo de hoje vive debaixo de forte perseguição. Isso significa, no mínimo, cerca de 400 milhões de pessoas. Em nenhum outro tempo da história houve tantos cristãos perseguidos. Chega-se a falar de uma onda de “cristofobia”.
Repito e insisto: não é fácil ser cristão. Talvez seja fácil ser um religioso. Porém, ser cristão não se resume a uma vida religiosa. Isto lembra o que disse Martin Luther King Jr: “A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio.

sábado, 4 de julho de 2015

Como resolver problemas financeiros / Solving financial problems / Resolución de problemas financieros

Os ricos mandam nos pobres, e quem toma emprestado é escravo de quem empresta.” Provérbios 22.7 
Certa vez o conhecido consultor de concursos e juiz federal bem-sucedido Willian Douglas afirmou em uma conferência que “ter dinheiro é muito bom”. E existem razões bem simples para se compreender assim: uma coisa é tirar férias com dinheiro, outra coisa é tirar férias sem dinheiro; da mesma forma, uma coisa é passar por problemas na saúde e ter dinheiro, mas outra coisa é passar pelos mesmos problemas de saúde sem dinheiro.
Certamente, o dinheiro não traz felicidade, mas resolve muitos problemas. Dificuldades na área financeira sempre são decorrentes de decisões e escolhas ruins que fazemos em relação ao modo de usar os recursos que possuímos. Pergunte a você mesmo: quem é o dono do seu dinheiro? Pode ser que você responda que é:
a) o banco;
b) o dono da loja;
c) o cartão de crédito; ou
d) os parentes.
Se você se enquadra em qualquer um desses casos (ou em todos), é um sinal de que perdeu o controle do seu dinheiro. E isso acontece quando a despesa se torna maior que a receita. Se seus gastos excedem a sua renda, você tem um grave problema que está levando-o à ruína.
A Bíblia tem princípios para pôr ordem na vida financeira. Veja alguns conselhos bíblicos que valem para os dias de hoje:
a) Não ame o dinheiro – “Pois o amor ao dinheiro é uma fonte de todos os tipos de males. E algumas pessoas, por quererem tanto ter dinheiro, se desviaram da fé e encheram a sua vida de sofrimentos”. 1 Timóteo. 6.10
b) Não tenha pressa para resolver questões financeiras – “Quem planeja com cuidado tem fartura, mas o apressado acaba passando necessidade.” Provérbios 21.5
c) Gaste somente o que tem – “É melhor ser pobre e honesto do que mentiroso e tolo.” Provérbios 19.1
d) Evite o desperdício – “O homem sensato tem o suficiente para viver na riqueza e na fartura, mas o insensato não, porque gasta tudo o que ganha.” Provérbios 21.20
e) Fuja dos negócios desonestos – “Quem procura ficar rico por meios desonestos põe a sua família em dificuldades; quem odeia o suborno viverá mais.” Provérbios 15.27
f) Contente-se com o necessário – “Não estou dizendo isso por me sentir abandonado, pois aprendi a estar satisfeito com o que tenho.” Filipenses 4.11
g) Considere a abundância como oportunidade para ser generoso – “E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo tipo de boas obras.” 2 Coríntios 9.8
Quando os problemas financeiros ocupam a maior parte de nossas preocupações, é hora de colocar em prática a oração sensata do sábio: Não me deixes mentir e não me deixes ficar nem rico nem pobre. Dá-me somente o alimento que preciso para viver. Porque, se eu tiver mais do que o necessário, poderei dizer que não preciso de ti. E, se eu ficar pobre, poderei roubar e assim envergonharei o teu nome, ó meu Deus.” Provérbios 30.8-9.

sábado, 27 de junho de 2015

Como gerenciar o dinheiro / Dealing with Money / Cómo administrar el dinero

Quem ama o dinheiro jamais terá o suficiente; quem ama as riquezas jamais ficará satisfeito com os seus rendimentos. Isso também não faz sentido.” Eclesiastes 5.10

A maior dificuldade que as pessoas enfrentam quando o assunto é sucesso na carreira é a maneira como lidar com o dinheiro, quer seja ter muito ou pouco. A relação com o dinheiro é uma área que todos temos problemas. Ainda não aprendemos a melhor maneira de lidar com esse recurso que a sociedade desenvolveu para regular as relações econômicas entre as pessoas. O dinheiro determina as relações na sociedade moderna, fazendo com que oriente as ações de indivíduos e a convivência social.
O dinheiro tende a interferir na nossa personalidade, transformando-nos em objeto, que não depende mais da relação com o grupo, mas da capacidade de poder aquisitivo. Somos considerados na mesma condição de coisas, diluindo assim a nossa personalidade. De um modo geral, o imaginário criou alguns personagens que tipificam bem a maneira como as pessoas se relacionam com o dinheiro: o avarento, o pródigo, o ganancioso, o aproveitador.
Quando o dinheiro domina nossas preocupações, o que passa a orientar as nossas relações é o aspecto quantitativo e não mais o qualitativo. Essa é a principal causa da desigualdade social. Por essa razão, a Bíblia diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Timóteo 6.10).
Isso acontece porque vivemos numa sociedade que substituiu os laços de afinidade antigos pelas relações impessoais. O dinheiro é o meio que estabelece novos vínculos entre as pessoas. Lidar com ele demanda uma nova inteligência, que ponha de lado a demonização da riqueza e do poder monetário que se estabeleceu desde o começo da Modernidade, para dar lugar a uma construção de relacionamentos em que o dinheiro possa ser considerado como ele realmente é: um medidor das diferenças qualitativas entre as coisas e as pessoas, como um agente libertador dos indivíduos da tutela do estado, da igreja, da família e da sociedade.
O dinheiro surgiu a partir da troca que se baseia na noção de valor. Portanto, sua origem está ligada a um aspecto subjetivo. As relações humanas são de troca, por assim dizer. Sendo assim, o dinheiro assume papel de mediador entre indivíduos, ações e de organizações. O dinheiro é, portanto, meio para se estabelecer relações recíprocas, mas que acaba se transformando como um fim em si mesmo.
Deste modo, o dinheiro influencia o ritmo da vida. Ele determina interesses, intenções e objetivos. Seu uso tem o poder de aproximar ou de excluir pessoas, de atribuir honra ou de menosprezar, de construir esperanças ou produzir desalento. Além do mais, os planejamentos que não incluem, de modo claro, os custos e as origens dos recursos financeiros tendem ao fracasso.
O dinheiro é o maior símbolo de como a vida é transitória. Para que o seu valor seja estabelecido, é preciso que esteja sempre em circulação. Como disse Augusto Cury,você precisa conquistar aquilo que o dinheiro não compra. Caso contrário, será um miserável, ainda que seja um milionário”.
Há valores que não são medidos pelo dinheiro, mas que conferem sentido à vida. É o caso da prudência e da generosidade.
A maneira de lidar com o dinheiro tem a ver inclusive com a espiritualidade. A Bíblia trata deste assunto. Jesus disse: Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (João 6.21) A Bíblia diz também: “E, quando Deus concede riquezas e bens a alguém, e o capacita a desfrutá-los, a aceitar a sua sorte e a ser feliz em seu trabalho, isso é um presente de Deus” (Eclesiastes 5.19).
O problema não é possuir dinheiro, mas se deixar ser dominado por ele. Ter liberdade e independência financeira significa que é você quem exerce controle sobre o dinheiro e não o dinheiro que exerce controle sobre sua vida.

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