Quando se fala de espiritualidade,
fala-se sobre exercícios e práticas de vida interior, de disciplina espiritual,
de exame de si, de esvaziamento de si, de
busca de uma experiência mais profunda de Deus. E foi isso que Jesus procurou
transmitir ao seu corpo de discípulos.
Quem quiser ter uma experiência
significativa de Deus é convidado a fazer uso dos exercícios e das práticas
espirituais que vêm de alguma tradição religiosa. Nem mesmo os discípulos de
Jesus escaparam a isso. Eles precisaram refletir sobre alguns exercícios e
práticas que Jesus mesmo observa em sua vida.
Os discípulos de Jesus não foram
obrigados a fazer mais do que Jesus fez ou pediu. Eles apenas precisavam fazer
o percurso que o Mestre lhes apontou. E o fizeram com muita seriedade e
profundidade, levando esses exercícios e práticas para as vivências das
primeiras comunidades de fé.
Os exercícios e as práticas de
espiritualidade não são novos e nem se restringem ao ambiente cristão. Outro
aspecto importante é que a espiritualidade é um exercício subjetivo e de
liberdade que exige de cada pessoa renúncias e dedicação.
Jesus fez uso dos exercícios e das
práticas que já eram conhecidas em sua época, especialmente no judaísmo de seu
tempo, e as ressignificou a partir da sua mensagem, as colocou em prática em
sua própria vida e as ensinou aos seus discípulos. Ele se tornou o maior
exemplo de alguém que fez da disciplina espiritual seu modo de vida.
Os primeiros discípulos de Jesus
levaram esses exercícios e práticas para a vida da igreja primitiva,
influenciando os novos seguidores, multiplicando, atualizando e dando novo
direcionamento ao que o Mestre de espiritualidade ensinou.
Em meu novo livro, minha intenção é
explorar quais foram os principais exercícios e práticas de espiritualidade que
Jesus orientou seus discípulos realizar.
Como seguidores de Jesus em nosso
tempo, é importante revisitar as práticas dos primeiros discípulos não só para
conhecê-las, mas também para repensar as nossas.
Por que oramos, jejuamos, lemos a
Bíblia, comungamos, confessamos, fazemos penitência ou nos consagramos do jeito
que fazemos? Como o cristianismo primitivo desenvolveu suas práticas mais
comuns? Quais eram as práticas mais relevantes para Jesus? Essas perguntas
precisam de respostas que nos apontem diretrizes para a nossa espiritualidade
hoje.
(Extraído da apresentação do livro Espiritualidade dos discípulos de Jesus: Disciplina e exercícios
espirituais).
Para saber mais, leia o livro Espiritualidade dos discípulos de Jesus: Disciplina e exercícios
espirituais, disponível no formato E-book Kindle da Amazon.
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